Chapolin:
“Boa tarde”.
Bandido: “Boa
tarde”.
Chapolin: “E
você é o culpado por permitir isso”.
Bandido: “O
que? Do que você está falando?”.
Chapolin: “Da
tua filha! Olha só, gasta tanto dinheiro comprando brinquedos e roupas para ela
que não tem dinheiro para comprar umas roupas novas. E outra coisa, esse tipo
de brinquedo não é bom para ela!”.
Chapolin pega
nas mãos o revólver do bandido, assim o desarmando.
Chapolin:
“Não, não, não! Olha, se por um lado é muito bom tratar as crianças com carinho
e com ternura, por outro lado é preciso saber trata-las com autoridade, ouviu,
porque...”.
O bandido, ao
ver que Chapolin virou as costas, tenta acertar uma pancada na cabeça dele, mas
o Chapolin vira antes disso e assim o bandido desiste de aplicar o golpe.
Chapolin:
“Olha, aqui nessa mansão não há nenhum ladrão. Então não adianta inventar que
tem um bandido que entra nas casas por ai para roubar os brinquedos e as
roupas. Você não acha isso certo?”.
Bandido:
“Não, não”.
Chloé e
Sabrina, cujas vozes exalam desespero e medo, tentam falar com a mãe sobre a
presença de um bandido na mansão. Mas Audrey continua mais preocupada com o que
acontece em Nova York que no local em que se encontra. E assim demonstrando
indiferença com que acontece com a filha e a fiel escudeira dela.
Chloé:
“Mamãe, tem um bandido na mansão!”.
Sabrina: “E
ele está armado com um revólver!”.
Audrey: “Não
vá que eu estou ocupada com meus afazeres, Claudette?”.
Como viu que
a mãe estava mais preocupada com o que acontecia em Nova York que na própria
mansão e o pai estava fora de casa, à Chloé e Sabrina não restou alternativa a
não ser chamar o mordomo d’Agencourt para falar que há um ladrão na área
exterior da mansão.
Sabrina:
“Olha lá, é o Chapolin Colorado!”.
Chloé: “O esquisitão
tá dando um jeito no bandido!”.
Chapolin:
“Esse brinquedo não é adequado para uma criança”.
D’Agencourt:
“Chapolin, esse não é o pai da Chloé”.
Chapolin:
“Então essa que é a verdade. Então você se enganou completamente se acha que
pode ganhar o carinho de uma criança com brinquedos, e muito menos brinquedos
como este”.
Chapolin dá
uma olhada na arma que tem em mãos, estranha ao ver o que tem em mãos, diz ela
que é muito bem feita e que parece verdadeira. E então efetua um disparo no
chão. Todos, incluindo Chapolin e o bandido, se assustam com o barulho do
disparo. Chapolin conclui que o que ele tem em mãos é uma arma de verdade.
D’Agencourt:
“Sim, e o bandido idem. Aonde ele foi?”.
Sabrina: “Ele
pulou para a rua, sem nem tocar no muro”.
Chapolin: “Esperem,
esperem. Querem dizer que era um autêntico bandido?”.
D’Agencourt:
“Sim, isso mesmo”.
Chapolin:
“Quer dizer então que eu arrisquei a minha pele ao lhe tirar a arma”.
Chloé: “Sim,
como você é valente, projeto mal feito e inacabado de Kamen Rider”.
Ao ser
chamado dessa forma pela loira oxigenada, Chapolin obviamente se irrita e quase
perde as estribeiras com ela.
Chapolin:
“Como ousa dizer que sou um projeto mal feito de Kamen Rider, hein Chloé?”.
Chloé: “Essa
tua roupa sabe, com essas anteninhas, as asinhas nas costas, até parece o Kamen
Rider, só que sem uma armadura metálica. Não esquenta Chapolin, estava só
brincando”.
Chapolin:
“Hein, olha lá garota, olha lá hein, cuidado com a tua boca, pois como diz o
ditado, o peixe morre pelos olhos... não o peixe morre pela barbatana... não,
morre pela boca... ou será que é pela língua? Bom o que importa é que você deve
ter entendido o que eu disse, né?”.
Chloé: “Sim
Chapolin”.
Chapolin: “E
saiba de uma coisa garota, o Kamen Rider é meu amigo, ele e eu nos conhecemos
de longa data de quando estive no Japão uma vez e periodicamente nós
conversamos entre si. Ele me conta sobre o que acontece no Japão e eu sobre o
que acontece no México. E tem mais: o meu visual pode não ser uma coisa ‘ai
minha nossa, mas que visual incrível o Chapolin tem’, mas vocês sabem o que eu
estou dizendo né?”.
Sabrina:
“Sim, Chapolin. Entendemos muito bem o que você disse, mas você não acha que o
bandido ainda assim pode voltar?”.
D’Agencourt:
“Talvez para reaver a arma perdida”.
Chapolin
concorda com Sabrina e o mordomo d’Agencourt.
Chloé: “Mas
tenho certeza que a hora que quando voltar ele vai tomar uma surra que jamais
se esquecerá, né Chapolin?”.
Chapolin
responde com um sim, um tanto a contragosto e joga o revólver próximo ao jardim
da mansão. Até que de repente as antenas de vinil do herói mexicano começam a
acusar a presença do inimigo. Para ver se encontra o inimigo, ele vai até o
topo do escorregador. E enquanto Chapolin ainda está no topo do escorregador, o
senhor Bourgeois chega, trazendo um novo barquinho, que leva Chloé e Sabrina à
alegria.
André:
“Filha, Sabrina! Vejam só o que eu trouxe! Um barquinho novo para vocês
brincarem na piscina! Tenho certeza que vocês vão adorar”.
Chloé: “Um
barco novo, puxa que lindo!”.
Sabrina: “Ai,
mas como é lindo esse barco. Combina direitinho com a piscina, né Chloé?”.
Chloé: “Sim
Sabrina”.
Sabrina: “E
vamos brincar muito de batalha naval, cruzeiro e tudo mais, né?”.
Chloé: “Sim”.
Sabrina: “Monsieur
D’Agencourt, olha só o barquinho novo, como ele é lindo!”.
D’Agencourt
(demonstrando certa indiferença na voz): “Sim, já vi Sabrina”.
Do alto do
escorregador, Chapolin cai, e sem querer querendo atinge e derruba o senhor
Bourgeois na piscina, bem quando este colocou o barco novo na piscina. Ao ver que
seu patrão está na água, D’Agencourt vai salvá-lo.
D’Agencourt:
“Por que você está sempre no lugar errado e na hora errada, monsieur Bourgeois?
Vem que te ajudo!”.
André: “Deixe
comigo, que sei me virar”.
Chapolin: “E
isso foi unicamente para que aprenda a educar melhor a sua filha”.
Sabrina:
“Chapolin Colorado, você deu um fim no bandido mesmo?”.
Chapolin:
“Sim, dei um susto que ele não irá esquecer tão cedo”.
Comparar o Chapolin com o Kamen Rider foi o ponto alto de episódio.
ResponderExcluirKkkkkkkkkkkk
Essa foi ótima !
Só poderia sair da cabeça de vento da Chloé kkķkkk.
Muito bom !
Mas , o ladrão fugiu e o Chapolin deixou a arma dele fácil...
Isso vai dar encrenca !
Aguardemos!